Image Map

Precisamos falar sobre Temer - Parte 2


Gostaria de primeiramente agradecer a repercussão que o Precisamos falar sobre Temer - Parte 1 teve. Muitas pessoas me deram um feedback positivo e ajudaram a compartilhar. Em menos de 24 horas de post, já tivemos 250 visitas (eu considero bastante, principalmente pelo tema não ser tão "pop"). 
Começo essa segunda parte com uma pergunta: Você está desperto?
Não me diga "mas é óbvio, se eu estivesse dormindo não estaria lendo aqui". Você está REALMENTE desperto? Ou você está vivendo uma vida robotizada, entregou-se ao ócio, à falta de inspiração. Inspiração. Você sente sua respiração? Você sente seu pulmão enchendo-se de ar e realizando uma troca com o universo? Ou você acabou de perceber que tem uma respiração curta e supérflua? 
Um dos pontos centrais da teoria que estou construindo é o tempo. Pra mim, a ideia de tempo foi moldada para ser distanciada de seu caráter fundamental: o tempo é uma dimensão espiritual. E tentando explicar rapidamente alguns pontos dessa questão (porque não conseguiria explicar todas as implicações inerentes), é só pensar o seguinte: no seu sonho existe uma definição clara do tempo ou as coisas acontecem sem perspectiva de passado, presente e futuro? Pois é, nosso inconsciente é atemporal. Deram o nome de tempo para a sensação de que tudo na natureza está em movimento... Nós percebemos o ciclo das estações, percebemos o ciclo do dia e da noite, mas esse ciclo é CIRCULAR e INFINITO. Como já vimos, o círculo e o infinito são características atribuídas à totalidade divina. O movimento que sentimos é o próprio movimento da vida. Quer que eu te prove que sua vida é movimento? Põe a mão na veia do seu pescoço. O que você sente? Pulsação? E pulsação é o que? Movimento? Então existe um movimento contínuo de vida pulsando em você? Sim. E isso independe da noção de tempo. Tanto é que cada vida encerra-se num momento imprevisível. A própria imprevisibilidade é uma característica espiritual do tempo. Não sabemos qual será a ordem dos fatos, porque os fatos ainda estão para ser construídos de acordo com nossas escolhas. E enquanto você não escolher, todas as possibilidades coexistem. Louco né? Isso é física quântica. Vou mais além. O que o capitalismo prega para mecanizar nossas preciosas vidas? Dizem-nos: "tempo é dinheiro!". Transformaram o tempo em matéria. Coisa que ele nunca poderia ser. Nem faz sentido! Mas com essa ideia fixamente implantada, vivemos uma vida entregue ao trabalho, para que consigamos dinheiro e aí sim, finalmente, aproveitar a vida... Que desperdício de tempo de vida né? Reduzido à mercadoria. Não é a toa que temos mais ansiosos do que nunca! Isso tem tudo a ver com o assunto de hoje: quebra do paradigma científico moderno.
Antes só mais um parênteses, além de tudo isso, a nossa respiração encurtou assim como a nossa noção de tempo. Parece que as coisas passam mais rápido do que nunca né? E nossa respiração acaba se entregando e integrando àquela vibração de correria do cotidiano. Tudo está interligado. Acredito que inspiração é uma palavra-chave e muito bem colocada na língua brasileira:
INSPIRAÇÃOsubstantivo >feminino< (já fica a dica para um resgate da inspiração dentro de nós)
  • Estímulo; capacidade criativa dos artistas, dos escritores, dos autores, etc.
  • Iluminação; ideia repentina e momentânea, normalmente genial.
  • [Por Extensão] Algo ou alguém que inspira, que incita a capacidade de criação: ela era a musa e inspiração do poeta.
  • [Por Extensão] O efeito ou resultado do que foi criado a partir de um estímulo de criação.
  • [Religião] Sopro de origem divina que, para os cristãos, teria conduzido os escritores da Bíblia.
  • Ação ou efeito de inspirar, de deixar passar o ar pelos pulmões.

Vocês percebem como Inspiração é algo divino? Nos conecta com a fonte divina que é puramente criativa? Que nosso ato de inspirar ar é criativo, pois nos dá vida? Como anda sua inspiração?
Será que como vimos no post passado, a inspiração vem sendo reprimida juntamente com os princípios femininos e, eventualmente, espirituais?
Vamos discutir agora um breve panorama histórico sobre a quebra de um paradigma científico que predominou por quatro séculos na humanidade e claramente obteve uma influência sobre a visão de mundo do homem ocidental.
Durante séculos os paradigmas perduram, porém sempre acabam evoluindo de alguma maneira. Ideias nunca são absolutas, assim como as verdades. O ser humano está em constante mutação. Está aí nosso sentido sagrado de tempo, como um propulsor de uma evolução que é um movimento constante na vida. A evolução nunca para, corre lado a lado com a dimensão temporal. Uma palavra em específico torna-se obsoleta com essa perspectiva: conservadorismo. Hoje eu to a fim de dar aulinha de significado das palavras...

CONSERVADORISMO:
substantivo >masculino< (e a ironia é que a palavra conservador já leva um peso de uma ideologia machista né, engraçado)
Você se conservar em ideias ultrapassadas sendo que a própria sociedade evolui não faz muito sentido né? Você ser avesso a mudanças talvez mostre que haja um medo da própria vida, que se faz de eternas mudanças. Ser contrário à inovações te torna uma ovelinha de um sistema que não deseja mudar, pelo contrário, se perpetua num método falido. 
Mas, enfim.
O que aconteceu foi o seguinte: por muito tempo quem detinha o conhecimento era a Igreja Católica (e já vimos no post anterior que ela se instaurou e se edificou numa estrutura patriarcal, certo?). Para isso, o movimento científico teve de defender seus pontos de vista com ênfase, se opondo diretamente ao governo da Igreja. Consequentemente, houve uma quebra entre a religião e a ciência e uma oposição fortíssima entre espiritual x material. Diferentemente do oriente, que possui um olhar mais integrado e holístico, o nosso desenvolvimento tomou uma direção excessivamente racionalista e mecanicista. Esse método científico passou a influenciar outras áreas do conhecimento. 
"A concepção científica da realidade de caráter racionalista e dualista é fragmentária, porque separa o espírito da matéria, o corpo da alma, o objetivo do subjetivo, no entanto, foi a visão que predominou sobre a concepção intuitiva e holística. Dessa forma, criou-se um preconceito em relação a toda forma de conhecimento que não pudesse ser medido, previsto e fugisse ao controle da razão, da ciência e da tecnologia. Ficava estabelecido que o único conhecimento verdadeiro era o científico, aquele que podia ser medido e quantificado.E como consequência, os valores que permeavam o universo científico, a objetividade, a neutralidade, o distanciamento e a impessoalidade foram amplamente aceitos, e passaram também a nortear as relações humanas." (CAVALCANTI, 2004) 
Mais uma vez, um reflexo da repressão do feminino. 
Ou seja, o sentimento de separação que sempre dividia entre duas coisas opostas era um padrão, e ainda o é. Não foi só num âmbito científico que isso perdurou, nossa visão política reflete exatamente o mesmo ideal. Tanto é que, novamente vamos falar de palavras aqui, PARTIDO político só expressa nossa fragmentação como seres incompletos numa era que não suportava a totalidade. Dividiram o mundo e não a toa vieram as guerras... Guerras mundias, pois a crise era mundial. Assim como ainda o é. Crise coletiva. Crise que persistirá enquanto não vier uma mudança por completo. Toda crise gera uma mudança. Mudança é o movimento da vida. Que possamos aceitar nossas crises internas e abraçar a inovação, evolução e o desconhecido em nós mesmos. Oro para que um dia nossa política seja totalizada como nós devemos ser. Uma política para o Todo. Para a unidade que somos como vida nesse planeta.
Pois é. A ciência rechaçou tudo aquilo que não fosse observável, instaurou leis universais pra natureza e a minimizou para simples objeto de pesquisa e exploração. Nossos corpos recebiam um olhar fragmentado, cada partezinha tem um especialista diferente. Nós fomos rachados. Viramos números. Viramos gráficos. Claro que teve muito avanço, lembre-se: a evolução é uma constante! Mas toda unilateralidade leva ao desequilíbrio. E mais uma vez, além de estarmos unilaterais ao masculino, estávamos unilaterais à razão.


O homem era mais um objeto à disposição da ciência. Perdeu todo seu quesito divino e místico. Até nas religiões o sentido de uma busca interna foi se esvaindo, e passamos a intermediar nossa relação com o espiritual por objetos ou pessoas que se diziam "ter uma ligação direta". Mas todos nós temos essa ligação direta. Todos nós somos divinos por essência. Mas fomos reduzidos à maquinas. Somos massa de manobra para aqueles que estão no poder e precisam se manter lá. Não é interessante para a elite que saibamos o poder que temos. As regras de como devíamos nos portar foram aumentando, o mercado passou a ditar o que tínhamos que vestir, comer, ir. Tudo voltado ao externo, nunca ao interno. Tudo para financiar monopólios e fazer girar um papel que pouco importa, afinal é só um papel. Mas que papel poderoso né? Acabou nos escravizando.
A espiritualidade e a intuição foram sendo reprimidas, e mais pessoas iam surtando por aí. Taxados de loucos aqueles que não se encaixavam nos padrões, milhões de pessoas foram massacradas. Por um ideal de diferença de raças, milhões de pessoas foram mortas. Por uma sede de poder desenfreada, milhões de pessoas ficam adoecidas pela indústria (que polui nosso ar, água, terra, alimento, cria doenças e lucram com seus medicamentos).
"As relações do homem com a vida, com a natureza e com o outro se tornaram extremamente oportunistas e predatórias. Num mundo materialista, destituído de significado espiritual, o homem relaciona-se com a vida de forma unicamente pragmática e que exclui o sentido espiritual. Dessa forma, cria-se o sentimento de vazio interno, quando a única meta do homem é o progresso material e o alcance de status social." (CAVALCANTI, 2004)
Francis Bacon, considerado o fundador da ciência moderna, falava que "a ciência fará do homem o senhor e possuidor da natureza".(1933, p.110, apud SANTOS, 1988, p.49) Ou seja, nossa relação com a natureza virou de dominação x submissão. Essa ideia tirou todo o sentido espiritual que anteriormente a Terra tinha para nós, mas claro que ela não desapareceu, mas ficou reprimida com muita energia em nossa psique. As cidades foram se tornando cinzas e opressoras. Quem não se sente diferente quando está na natureza? A vibração é outra. As metrópoles, onde tudo foi construído pelo homem e invalida mais ainda que precisamos de um ser transcendente, são adoecedoras. A natureza cura. 


Com o crescente desenvolvimento da ciência médica, decifrava-se todos os mistérios do corpo, mas a mente ia se rebelando e as doenças psíquicas foram tomando conta.
Freud percebeu que a causa da histeria não era física, mas sim decorrente de um trauma que foi reprimido pela consciência e ficava num lugar desconhecido chamado inconsciente. Isso por si só já quebra a lógica do paradigma moderno. Porém, Freud ainda se importava em fazer da Psicanálise uma ciência e acabou se fundamentando numa lógica reducionista, onde tudo se resumia à questões sexuais. Bom, não discordo com a teoria dele de jeito nenhum, acredito que ele tenha acertado em cheio em consonância com o contexto em que ele vivia. Freud viu que a sexualidade reprimida era devastadora e tinha razão. Contudo, Jung foi além. Não só existia um inconsciente pessoal, que continha nossos traumas egóicos, memórias, etc, como também, um inconsciente coletivo. Já expliquei isso pra vocês no post anterior (quem não sabe vai lá ver haha)
Jung, um pensador vanguardista, se encaixava mais numa visão de outro paradigma que não fosse o positivista (o pós-modernismo). Claro que ele respeitava e produziu ciência, mas de uma maneira diferente.
Jung anunciou conceitos novíssimos como o da sincronicidade e o Self. 
Sincronicidade é aquele momento que alguém te fala exatamente o que você precisava ouvir, ou você encontra alguém que estava pensando há segundos atrás, ou quando verbalizam algo que você acabou de pensar, etc... É aquele momento que te dá um pane e fala EITA, QUE COINCIDÊNCIA IMPRESSIONANTE! Sincronicidade são acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Ou seja, não é mera coincidência jogada ao acaso, mas possui um sentido para aquilo, um significado. Esse conceito, então, já quebra uma relação importante do positivismo que é a causa-efeito.
Já o Self, seria um conceito da totalidade da psique. Ele é o todo, tanto o inconsciente como a consciência. Tanto o feminino quanto o masculino. Ele suporta todas as contradições, pois as transcende. Ele seria o arquétipo de Deus. O Self, por ser também um arquétipo, expressa-se através de símbolos que se repetem em qualquer mente humana. Por isso em diferentes tribos em qualquer lugar do mundo, tinha uma urgência em criar uma religião que manifestasse esse princípio divino. Muitas vezes, Deus era representado com um círculo (mandalas, tao, uroboros, etc), ou como uma cruz (que representa os dois opostos - vertical/horizontal - terreno/divino - morte/ressurreição), como a geometria sagrada (baseada também na proporção áurea), como a árvore central que ligava o mundo dos homens ao mundo dos deuses, e muitos outros símbolos.




Ué, então Jung trouxe uma aproximação entre a espiritualidade e a ciência? Sim! Através principalmente do estudo dos símbolos e da ideia de que a psique tem como a meta a individuação, que possui um caráter transcendente. E além disso ele formulou um conceito que era mais de uma coisa ao mesmo tempo? Pois é, mas ele não foi o único. 
Pra sua surpresa, ao mesmo tempo que Jung fazia suas descobertas psíquicas, na física houve uma revolução: a física quântica. 
Ela possui basicamente quatro princípios (só um adendo: o 4 como símbolo tem um sentido de totalidade, como a integração dos 4 elementos).
  • Heisemberg, foi o criador do Princípio da Indeterminação ou da Incerteza, que mede o grau de influência do cientista sobre o fenômeno observado, no próprio processo de mensuração. Com este princípio ele derrubou um dos parâmetros da ciência ortodoxa, a neutralidade do observador (Capra, 1990, p. 15). Ou seja, havia uma relação entre a nossa psique e sua influência no mundo externo que não poderia ser negada.
  • O princípio da exclusão de Pauli basicamente explica que cada elétron tem uma função no todo da partícula, e que se um deles for retirado, há um desequilíbrio atômico. Nos remete a ideia de que cada ser único mantém a lógica do Todo. Assim como Jung descrevia sobre a individuação, que é tornar-se o si-mesmo, algo muito único e particular do ser.
  • O princípio da complementariedade diz que a soma de duas realidades mutuamente excludentes tem efeito sinergético, expresso na formula 1+1> 2)
"O físico David Bohm propôs uma visão do cosmos que pressupunha o inter-relacionamento de tudo em um nível profundo, que chamou de ordem implicada, ou implícita. Segundo a sua teoria da “totalidade interrupta”, haveria um fluxo universal no qual a mente e a matéria não eram substâncias separadas, mas sim aspectos diferentes de um mesmo movimento. Segundo Bohm (1994, p. 177), “[...] a Mecânica Quântica sugeriu que o mundo não pode ser analisado em partes que existam separadas e independentemente. Além disso, cada parte, de certa forma, envolve todas as outras, contendo-as ou desdobrando-as dentro de si." (CAVALCANTI, 2004) 
  • Schröedinger, famoso pelo seu gato na caixa, diz sobre a superposição de estados quânticos, que basicamente são duas possibilidades ocorrendo simultaneamente (o gato está vivo E morto) e somente quando há um observado é que uma das possibilidades se cumpre (o gato está vivo OU morto). Assim como o experimento feito com a luz, que se comportava tanto como partícula como onda! Ué, então a luz era duas coisas ao mesmo tempo? Mesmo sendo duas coisas opostas? Assim como o Self? UAU 
Só uma reflexãozinha do Schröedinger (1964, p. 21) pra deixar pra vocês: “Embora se configure inconcebível para a razão comum... você e todos os demais seres conscientes estão integrados reciprocamente. Portanto, esta sua vida atual não é meramente uma parte de toda a existência, senão que, em certo sentido, é o Todo... Assim, você pode se lançar ao chão, espraiado na Mãe Terra, com a convicção de que você é uno com ela e ela contigo”.
Além disso, na física quântica também obteve-se a questão sobre a não-localidade dos eventos, que vai de encontro ao conceito de sincronicidade proposto por Jung.
Dito tudo isso, por mais que pareça estranho, aquele velho paradigma baseado exclusivamente na razão vem se enfraquecendo. A pós-modernidade comporta a diversidade, a visão holística, a incerteza, o desconhecido e a totalidade.
Precisamos falar sobre Temer, porque o Brasil anda seguindo um rumo contrário ao progresso. Que ordem? Que progresso? O Brasil é o berço da diversidade! Nós podemos e devemos sim revolucionar aquilo que precisa ser revisto, ressignificado e redirecionado! Vamos continuar com uma postura de exploração aos recursos naturais? Nós precisamos despertar nossa consciência de que temos a maior floresta tropical do MUNDO que está sendo completamente devastada a cada minuto que se passa. É da gente, povo brasileiro, que tem que vir a mudança! Não estamos cansados de sermos tratados como máquinas? TRABALHE! Diz Temer. TRABALHE ATÉ MORRER diz a reforma trabalhista. TRABALHE LOGO diz a reforma da educação que já prepara adolescentes a cursos técnicos sendo que eles estão no turbilhão que é descobrir sua identidades pessoal, quem dirá identidade profissional. A ECONOMIA PRECISA CRESCER isso é óbvio, mas será que esta é a única meta essencial e tão urgente da nossa sociedade? Se eles não roubassem todo nosso dinheiro, imagina o quanto não poderia ser investido para a nossa qualidade de vida? O que adianta ser 9ª economia mundial (dado de 2016) e 79º colocado no Índice de Desenvolvimento Humano? (dado 2017
Me diz se a gente não precisa realmente rever nossos valores? Andar pra frente, olhar pra dentro.
Mais uma vez estamos nos dividindo em dois grupos opostos que brigam constantemente e não dão voz ao interesse comum. Agora é o momento. NINGUÉM quer esse governo lá! Ninguém quer ser conivente com o golpe! Ninguém quer bandido fazendo o que quiser com o dinheiro público. Está na hora de colocar nossas diferenças de lado.
Espero que tenha sido esclarecedor. Doei muito da minha energia pra escrever tudo isso pra vocês, mas sei que vai valer a pena. Se uma pessoa se sentir tocada e INSPIRADA pelo meu texto, eu já terei feito algo significativo.
Obrigada por sua leitura!
Evy

Referências: CAVALCANTI, R. O retorno do conceito do sagrado na ciência. In. Teixeira EFB, Muller MC, Silva JDT (Orgs.). Espiritualidade e qualidade de vida. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2004.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências na transição para uma ciência pós-moderna. Estud. av.,  São Paulo ,  v. 2, n. 2, p. 46-71,  Aug.  1988 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141988000200007&lng=en&nrm=iso>. access on  21  May  2017.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141988000200007.

0 comentários:

Postar um comentário

 
Image Map