Image Map

Precisamos falar sobre Temer - Parte 1

Isso mesmo. Precisamos falar sobre Temer, sobre temer, sobre ter medo.
O que está acontecendo é uma crise. Uma crise não só brasileira, mas global. De um sistema falido, de princípios distorcidos e de uma vida robotizada.
Vou falar de duas questões principais nesta crise: um panorama histórico sobre as eras e os gêneros na humanidade e de um paradigma que perdurou por quatro séculos e continua enraizado em nossa sociedade.

  • O GÊNERO NA HUMANIDADE
Sob a perspectiva da psicologia junguiana, irei expor uma discussão sobre gênero na sociedade e explicarei alguns conceitos fundamentais de Jung para vocês entenderem.
Um dos conceitos essenciais da psicologia analítica é o inconsciente coletivo. Ele seria uma camada mais profunda da psique, iria além do inconsciente pessoal, aquele indentificado por Freud e sua teoria. 
O inconsciente pessoal conteria aquilo que foi reprimido pela consciência daquele indivíduo específico, o sujeito é quem o desenvolve à partir de sua história pessoal. Então tem suas memórias, traumas, sentimentos rejeitados, etc. Já o inconsciente coletivo é pertinente à espécie humana, é uma sedimentação milenar da nossa experiência, uma herança espiritual da evolução da humanidade.
Os arquétipos são imagens primordiais contidos no inconsciente coletivo, conteúdos simbólicos, as formas mais antigas e universais da imaginação humana. Eles tendem a reproduzir ideias e experiências humanas gravadas no inconsciente coletivo, continuamente revividas pela alma. São moldes inerentes ao ser desde o princípio da existência, os quais têm a função de atuar como fonte primordial para o amadurecimento da mente. Manifestam-se por meio de processos energéticos no interior da psique, expressando-se principalmente nos sonhos com uma linguagem simbólica.
Os mitos são compreensões intuitivas do mundo, podendo ser considerados como sonhos coletivos e também expressam funções arquetípicas. Não é a toa que vários mitos repetem-se em diferentes povos em sua fundamentação, como os mitos sobre heróis. 
A cultura é obviamente influenciada pela psique, sendo um resultado de dinâmicas arquetípicas daquela sociedade. É a relação estabelecida entre a consciência e o inconsciente que define o caráter de uma fase cultural.

Hermafrodita
Entendendo isso, podemos então prosseguir para um panorama histórico da questão de gênero na humanidade, utilizando de alguns mitos para justificar a fase cultural daquele contexto e pensamento.
O mito do Andrógino de Platão conta que no início de tudo, o primeiro ser era andrógino, contendo ambos os sexos. Os deuses, entretanto, possuíam inveja do seu poder e decidiram cortá-lo ao meio. Cada parte procurou sua metade perdida eternamente para se sentir inteiro novamente. Ou seja. primordialmente, o ser é total, inteiro. Contém e sustenta tanto o feminino quanto o masculino. Não existia o outro, só a própria integração. Quando foram divididos, o sentimento de separação e diferenciação foram enormes. O vazio tomou conta e sempre lhe faltava a outra parte. Ficou então desconhecida a coexistência dos princípios opostos dentro de si e cada vez mais, o sentido de o que é feminino ou o que é masculino ficavam mais separados e distantes. 
Para Jung, a psique é assim: contém a totalidade da integração dos opostos. Nosso ser é fundamentalmente masculino E feminino. e não OU um OU outro. O Self, que é a nossa essência, o Si-Mesmo, é justamente o Todo. Porém o ego cria a ilusão de separação. Principalmente se nosso ego cresceu e está inserido numa sociedade unilateral.
Tao/ Yin-yang

  • ERA DA GRANDE MÃE
O humano primitivo era imerso no inconsciente. A consciência estava se diferenciando e o ego tinha uma estrutura pouco desenvolvida. Nessa época, existia um predomínio do princípio feminino. Sim, já houve uma época que o feminino prevalecia na sociedade. A uruboros era uma representação simbólica essencial para ilustrar essa fase, pois a cobra engolindo o próprio rabo simboliza o círculo. Círculos não possuem lado. O Self também é representado pelo círculo, assim como o Tao. O círculo é exatamente esse movimento de integração e totalidade:
 
Uroborus
Era a representação dos pais primordiais, da junção entre o feminino e o masculino. Tem um caráter transcendente e divino. 
O arquétipo da Grande Mãe prevalecia e era ligada a uma força criadora e de vida. A mulher era vista como aquela que dá a luz, dá a vida e tem ligação direta com o divino. Todos da tribo eram vistos como iguais. Os homens eram irmãos e só se relacionavam com mulheres de outras tribos. As crianças eram vistas como presentes espirituais. A sociedade basicamente funcionava na coletividade, e não no individualismo como hoje. A Grande Mãe era vista como a própria natureza. Todos eram filhos de Gaia, aquela que lhes dava alimento, abrigo e a vida. A mulher cuidava da agricultura por essa ligação mais próxima com a natureza. O sangue menstrual e o sêmen eram jogados na terra como um ritual para fertilidade e colheita dos frutos. A sexualidade possuía uma dimensão sagrada. O sexo era feito sobre a terra para simbolizar a integridade cósmica da união entre aqueles seres. O homem era encarregado de fertilizar o útero, colocar suas sementes, enquanto a mulher era a que gerava vida.


Porém, o homem acabou ficando encarregado das caças e foi aumentando sua sede por competição. O Deus masculino vai ganhando mais força e transformando algumas relações até então estabelecidas. 
No Egito, Osíris passou a ser o senhor da agricultura e Ísis sempre aparecia atrás de sua figura. 
Na Grécia, Zeus e Hera passam a ter uma relação não igual. Hera é vista como a deusa do matrimônio, do ciúmes e da maternidade, características que foram tomando a forma do conceito de feminino e uma separação entre a força, domínio e poder que o masculino ia desenvolvendo.
Houve, então, uma interação entre duas forças opostas complementares, que cria a dualidade e o sentimento de separação. O sentido de totalidade e integração vai se perdendo. 
Nos mitos, passa a ser exaltada a figura do herói, um desejo masculino pela supremacia, competitividade e o feminino vai se reduzindo a simplesmente procriação. 
Essa dualidade, separou não somente o feminino do masculino, como também, a alma e o espírito, o ser humano da natureza, a razão e o sentimento... mas, o feminino foi tendo sempre um caráter inferior e foi se reprimindo. Aí começou a era do Pai.

Zeus e Hera

  • A ERA DO PAI
Muita gente não sabe, mas a primeira mulher de Adão foi Lilith. Essa história não entrou na bíblia e vocês vão entender o porque, de acordo com a força do patriarcado.

“Mas, diferente de Eva, ela queria ser uma mulher com os mesmos direitos que o homem. Então, começa a questionar Adão sobre o motivo de ter que se submeter às vontades dele: “(...) – Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abri-me sob teu corpo? Por que devo ser dominada por você? Contudo eu também fui feita de pó e por isso sou igual (Sicuteri, 1998, p. 35 apud Menezes, 2003)”.
Lilith
Sim, meu querido leitor. Lilith era uma feminista que clamava pela igualdade e se rebelou contra a submissão imposta pelo masculino. Vocês entendem porque ela não entrou na bíblia na revisão da Idade Média? Os homens tinham medo de que Lilith fosse uma influência para que as mulheres se rebelassem. A imagem de Lilith passou a ser de demônio, ameaça, sombrio. 
As caças às bruxas foi um massacre as mulheres que se rebelavam, eram independentes e auto-suficientes. A consciência patriarcal queria reprimir a mulher de qualquer forma. Havia uma necessidade da invalidez do feminino e da própria natureza, que passou a ser vista para ser explorada, usufruindo de seus recursos. Lilith era associada a saliva e sangue, que seriam o desejo sexual da mulher e sua menstruação (uuuu super demoníaco).
Eva podia ser aceita, afinal, ela não veio diretamente do Criador, mas da costela do homem. Mais uma desculpa para a imposição da obediência e subordinação. E coitada da Eva né, tão ingênua caiu no conto da Serpente. E adivinhem quem é idenificada com a serpente? Isso mesmo, a própria Lilith. O feminino era tudo de ruim: o demônio, o fracasso, a fragilidade, a caída no pecado, a expulsão do paraíso... Assim fica fácil de os homens governarem, né?
Adão e Eva
A autoridade do pai foi ganhando mais espaço. Deus era o pai supremo, criador onipotente e totalmente masculino. A estrutura social passa a girar em torno da figura do pai e de seu poder. O mundo ia sendo dividido em opostos hierárquicos. 
“Já não era mais a fecundidade do solo a fonte de toda a vida e de toda a criatividade, mas o intelecto que criava as novas invenções, a técnica, o pensamento abstrato e o Estado com suas leis. Não era mais o ventre materno, mas o próprio espírito que passava a ser o poder criador e, desse modo, não eram mais as mulheres, mas os homens que dominavam a sociedade (Rinne, 1999, p. 55 apud Menezes, 2003)”.
E o feminino cada vez mais reprimido... O casamento era um arranjo onde a mulher passava do poder do pai para o poder do marido como simples propriedade.
O pai, até mesmo na teoria Freudiana, é a figura central que estabelece a ordem e a imposição de limites. É aquele que separa o filho da mãe. É um símbolo estruturante no desenvolvimento da personalidade do ego. E sim, o ego foi criando mais forma: uma forma masculina de ser. O inconsciente foi identificado com o princípio feminino, que consequentemente, acabou se tornando desconhecido, monstruoso e aterrorizante para aqueles que não deixavam o feminino vir à tona. Tão inconsciente que fica quase impossível responder "o que é ser mulher?". Ser mulher numa sociedade patriarcal só é definido sob uma lente masculina. Foram os homens que definiram nossos papeis e o que deveríamos fazer, falar, sentar, nos portar, estudar... Ah, estudar não podia, porque a mulher era vista como intelectualmente inferior e isso obviamente influenciou no seu distanciamento de exercer a cidadania. Ser mulher era bem simples: só podia ficar dentro de casa realizando tarefas domésticas, tinha que ser boa esposa e claro, boa mãe. Vocês vêem como o feminino foi reduzido? A totalidade do ser mulher foi completamente fragmentado. 
O feminino, o útero, o ventre, o vazio, o poço sem fundo e o inferno eram sinônimos. 
“E como acontece com qualquer emancipação, a supremacia da consciência do ego sob o inconsciente levou ao extremo a sua posição e dos valores próprios, ocasionando a superestimação do masculino, a megalomania da consciência do ego e a desvalorização, seguida da repressão do seu lugar de origem, ou seja, do inconsciente feminino.”(Neumann, 1995 apud Menezes, 2003).
Além de tudo isso, como se não fosse o bastante, a sexualidade para a mulher foi completamente reprimida. Mulher não podia ter desejo, não era digna de prazer e só era feita pra procriar. A imagem de Maria como a virgem que teve o filho de Deus reforçava essa ideia e as mulheres foram adoecendo, como Freud mesmo viu na questão da histeria. A repressão sexual comprova o poder fálico.
Com tanta coisa acontecendo, as mulheres tentaram reagir. Queriam o direito de trabalhar e não serem apenas mães. Para entrarem no mercado de trabalho, precisavam renegar sua feminilidade, mesmo assim eram exploradas, tinham baixos salários e eram mal vistas pela sociedade por mancharem a imagem do marido de único provedor da casa.

A pílula anticoncepcional surgiu e ajudou as mulheres nesse processo. Elas finalmente tinham domínio sobre sua fecundidade e poderiam exercer a liberdade sexual. O sexo não era só mais pra procriação, a maternidade foi perdendo seu caráter sagrado. E assim, o casamento poderia ser escolhido pelos fundamentos do amor e não mais de contratos. O movimento hippie ajudou muito nessa nova consciência que quebrava vários padrões.
A exacerbação do princípio masculino criou uma unilateralidade para apenas um dos polos e dificultou a integração do ser humano como todo. Tal unilateralidade levou ao avanço da razão, busca pelo material, avanço científico, reducionismo na ciência, dualidade política, guerras por supremacia, exploração da natureza, desvalorização da intuição, da espiritualidade, do misticismo, dos sentimentos, da ética, etc.
As mulheres para se adaptarem a esse mundo, tornaram-se masculinizadas, sem que os homens se feminizassem. Ou seja, reforça a unilateralidade do masculino. As mulheres tentam se igualar aos seus dominadores, sem que haja um resgate do próprio feminino individual. Houve uma dilaceração do feminino. Começaram a brigar pelo poder e por uma igualdade mal compreendida. Algumas reprimiram tanto o feminino que sentiam medo de engravidar e perder seu poder, sua razão, e acabavam somatizando em seus úteros com câncer, cisto, etc (sem generalizar). 
“E exatamente por faltar parâmetros femininos de vida autônoma e com liberdade, resta a mulher, como opção, a imitação do que se conhece: o estilo masculino de vida.” (Strey, 1997 apud Menezes, 2009).

O movimento obviamente trouxe avanços. As mulheres podiam agora trabalhar, votar, estudar em ensinos superiores, etc. Mas a mudança no coletivo, não foi uma mudança individual. Por isso ainda gera tanto conflito. Os homens não aceitam seu próprio feminino e as mulheres ficam alienadas de si mesmas e de sua totalidade. 
Então o que precisa ser feito?
  • NOVA ERA? 
“(...) Provavelmente a humanidade nunca tenha estado numa posição tão privilegiada como agora; há a disponibilidade de uma idade de ouro de poder mecânico e a possibilidade de uma nova era no sentido dos valores femininos. Estabelecer uma base para o lazer, que o mundo moderno oferece a um grande número de pessoas, foi uma realização nobre. Acrescentar os insights femininos é o próximo passo. (...) Estamos na crista da onda onde o melhor dos dois mundos pode ser conseguido se formos suficientemente sábios (...) (Johnson, 1991, p. 95-96 apud Menezes, 2009)”.
É necessária uma revolução em ambos os sexos. Jung já dizia:
“ um homem deve adotar uma atitude feminina, enquanto uma mulher deve combater seu animus, uma atitude masculina (…)”  (McGuire, Hull, 1984, p. 42)
Ou seja, numa sociedade onde o feminino é reprimido, os homens precisam trazer à luz sua Anima (arquétipo do feminino), assumirem que também são sensitivos, intuitivos, espirituais e possuem alma além de um corpo meramente material. Enquanto a mulher precisa combater seu Animus (arquétipo do masculino) que já nos rege por tanto tempo de tanto reprimirmos nossa feminilidade. 
Precisamos, nós mulheres, tirarmos da sombra nosso lado feminino que foi demonizado.
“Aceitar a porção feiticeira é aceitar a si mesma, a sua própria escuridão, os sentimentos de rejeição e de vingança. Cuidar de si mesma é aceitar a beleza e o horrível da condição de ser mulher. Permitir o contato real com o Feminino é adentrar no universo da Lua Negra e permitir ser no mundo o verdadeiro Eu, curando o coletivo da doença que a unilateralidade do masculino causou a humanidade.” (SILVA, p.29, 2014)
As faces da Deusa
É preciso um casamento alquímico entre nós mesmos. Aceitarmos que somos seres íntegros, integrados e inteiros. O casamento da lua e do sol precisa acontecer individualmente para que se reflita no coletivo. Até nossas relações amorosas mudariam seu caráter:
“Somente quando cada um reconhecer o que possui escondido dentro de si, poderão se ver como indivíduos inteiros e se relacionar como um indivíduo e não como uma metade em busca de outra.” (Muraro& Boff, 2002 apud Menezes, 2009).
Deixaríamos de buscar tanto no outro a nossa metade quando nos vemos como inteiros. O amor seria recíproco e complementar. 
O cultivo da vida interior também é uma característica feminina que precisa ser mais exercida. Jung diz que todo humano tem como meta a individuação, que é tornar-se o Si-mesmo. Nós vivemos para sermos nossa essência, e é isso que importa. O gênero é apenas uma construção social que tomou muita proporção e acaba sendo o foco central de adoecimento de muitas pessoas. Amores, nós somos quem somos, e não são rótulos que vão nos definir. Nós temos o potencial de sermos o que quisermos. Apenas seja!

Deus também poderia tomar seu lado feminino, aquele da Grande Mãe que foi rejeitado. A energia essencial criadora de tudo que existe. A natureza em seu esplendor e que anseia por uma ligação com a humanidade, porém vem sofrendo fortes ataques por uma sociedade capitalista e exploradora.
“ Todos os desenvolvimentos futuros, a partir de agora, precisam ser abordados da perspectiva de ambos os sexos, porque homens e mulheres são igualmente importantes para o fazer da história. A esperança para o futuro, assim como o triunfo do passado, estão na cooperação e na reciprocidade de mulheres e homens.”(Menezes, 2009)
Se no princípio, no homem primitivo predominava o inconsciente, no homem moderno predominou-se o ego. O egocentrismo e o individualismo leva-nos às ruínas. Não reconhecemos o outro como parte de nós e projetamos nele tudo aquilo que reprimimos em nós mesmos. Não reconhecemos nossa unidade coletiva, porque mais nos interessa nosso mundinho particular. Até onde isto está nos levando?
A evolução não para e uma evolução consciente já está acontecendo. As pessoas estão despertando, e provavelmente você que veio parar no meu blog também está. Estamos vivendo um momento de transição, pois repito: toda crise gera uma mudança. Estamos em crise. Qual mudança vibraremos?
A globalização suporta a diversidade, pluralidade e a incerteza. É necessária uma quebra de paradigmas, até científicos, que também falarei na segunda parte deste post. 
Para concluir, o que isso tem a ver com o Temer?
Verbo temer: medo, receio, pavor, terror.
Precisamos parar de temer.
Por muito tempo, tememos o feminino. 
Temer é o registro de um governo completamente masculino, que derrubou inescrupulosamente o primeiro governo feminino do Brasil, o rechaçou, o desmoralizou. Seus escolhidos são homens, brancos, héteros, conservadores, um retrato do patriarcado. Temer se preocupa mais com a economia do que com os problemas gritantes na nossa saúde e educação. Mas é por falta de dinheiro? Se fosse, o dinheiro nos falta porque esses políticos roubam um valor incalculável de nossos cofres. Nós pagamos nossos impostos. Mas e as indústrias e empresas que financiam esses políticos? Sonegam milhões de reais. O egocentrismo e a ganância consomem, corroem essas pessoas. São eles que deveriam nos representar?
O Brasil é um dos que mais matam mulheres, mais estupram e mais agridem. Será que isso não é um reflexo de como a massa de manobra é induzida à ignorância? O movimento feminista no Brasil vem crescendo e reagindo, ainda bem, mas como vimos, ALGUMAS mulheres estão se masculinizando, usando da força e violência para conseguir notoriedade. Lembrem-se: o único sangue que não escorre pela violência, é o da menstruação!
A busca pela totalidade interna é um dever de cada ser e só assim poderemos vibrar um coletivo mais igualitário e holístico.
No próximo post explicarei mais sobre o paradigma científico moderno, como ele também nos influenciou e como está se dando sua queda.
Espero que tenham gostado! Podem me procurar pra conversar sempre!
Twitter: @_evyB e @coisaderaposa

Referências:
§MENEZES, R. O feminino reprimido: um estudo junguiano sobre a feminilidade. Centro Universitário de Brasília, nov. 2003. Disponível em: http://repositorio.uniceub.br/bitstream/123456789/2853/2/9908020.pdf. Acesso em: 10 de maio de 2017.
§SILVA, A. A lua Negra: o lado sombrio do Feminino. Faculdade Monteiro Lobato. Porto alegre. 2014. Disponível em: http://www.ajb.org.br/congresso/uploads/anais/anais%20-%20posters/A%20LUA%20NEGRA%20o%20lado%20sombrio%20do%20feminino%20-%20Andr%C3%A9a%20Ventura%20da%20Silva.pdf Acesso em: 10 de maio de 2017.




0 comentários:

Postar um comentário

 
Image Map